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Grupo AG

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Fundamentos do Projeto

 

As peças escolhidas junto à diretoria da Caixa Econômica Federal, deriva de um resultado de meses de trabalho, pesquisa e busca através das cinco regiões do país.

A premissa fundamental na primeira eleição das comunidades ou artesãos consultados foi à situação da localidade e sobretudo aquelas afastados dos pólos tradicionais de produção, além de artesãos com claras necessidades de trabalho e comunidades menos atuantes no desenvolvimento social. As 33 peças selecionadas foram fundamentadas neste princípio básico.

 

Em relação à incorporação do design no processo criativo e funcional do projeto, houve necessidade de soluções variadas e flexíveis, uma vez que é impossível operar da mesma maneira em situações e comunidades tão díspares.
Existe o que poderíamos chamar de “vocação” do lugar do produto artesanal. Uma característica importante e que se baseia na regionalidade do artesão, sua cultura local e ancestral, e na sua relação com a terra e com a materialidade do trabalho manual.

 

Verificamos que era incorreto a imposição de uma determinada condição social ou cultural ao artesão, já que ele mesmo trabalha desde sempre, de maneira consciente ou inconsciente, levando em consideração a tradição e a sua própria historia. É por isso que o trabalho de oficinas e treinamento se desenvolveu cuidadosamente, trabalhando junto com as comunidades, sem infringir nenhum tipo de stress ou “aculturação”. Assim como cada lugar tem sua vocação, também cada peça e objeto têm, referida ao lugar e ao material que a terra lhes outorga. Estes são os componentes que definem a riqueza e a emoção deste trabalho. Não é viável trabalhar um objeto, tirando-o do seu contexto (por mais que seja a poucos quilômetros de distância) e “reproduzi-lo” (por assim dizer), em outro lugar.

 

Em relação à capacidade do artesão de trabalhar em parceria, era uma questão primordial. Constatamos que, desde sempre, as mulheres tem mais facilidade em unir-se para trabalhar de maneira conjunta. Os homens costumam “guardar os segredos da profissão”, reticentes não somente a juntar-se como recurso genuíno de organização e crescimento, se não que também tem dificuldade em aceitar os novos projetos que advenham dos outros.

 

FUNDAMENTOS DA CURADORIA

Quatro foram os diferentes processos que dinamizaram este projeto e seus objetivos primordiais. Todos referidos a “Como intervir com Design nas peças de artesanato”, a nossa resposta geral foi respeitar as tradições e trabalhar com o artesão para identificar algumas questões.

Resgate de tecnologias e técnicas primárias e locais

Existem peças de artesanato que, por sua condição de complexidade referida à sua materialidade ou “primitivismo”, seria errado intervir com design de una maneira “técnica”. Nestes casos foi prudente trabalhar resgatando as tecnologias locais primárias que definiam como usar tintas, pigmentos, tipo de argila, etc, muitas delas perdidas com o tempo ou mal remodeladas através de operações de “intervenção de design” mal resolvidas. Seria o caso das peças de cerâmica de Santa Catarina, entre outras.

Resgate da memória e da funcionalidade da peça

Outras peças de artesanato falam de uma vocação diferente. Possivelmente com características técnicas primárias bem afincadas, muitas peças costumam a desaparecer dentro do contexto cultural. Isto se deve a vários fatores, sendo os principais a morte do artesão, a “aculturização” da peça ao ser fabricada por comunidades alheias à mesma o, simplesmente, a falta do público local em consumir essa peça. Resgatar esta memória através da recuperação e a fabricação reiterada da mesma é um dos objetivos do nosso trabalho. É o caso do Sinaleiro dos Ventos de Curitiba, entre outros.

Design e Artesanato como forma genuína de trabalho

Muitas foram às peças que, fora dos dois grupos anteriores, se prestam a uma interferência de design tranqüila e equilibrada. É uma vocação especial de cada peça que responde a este pedido. Comprovamos que o artesanato do SUL se presta más facilmente a este tipo de atuação (design), sobretudo ao que se refere aos materiais como madeira, cabaça, lã. O artesanato do SUL admite, ao nosso entender, uma intromissão mais acentuada, já que suas condições “artesanais” são, de alguma maneira, mais “aculturadas e profundas” que as de outras regiões. Seria, basicamente, o caso das peças utilitárias.

Artesanato Indígena

Em relação ao artesanato indígena, não operamos sob nenhum destes critérios. As peças escolhidas, proveniente de 11 tribos diferentes, têm a ver com sua condição cultural e estética, sua funcionalidade e, sobretudo, sua grande beleza.
Acreditamos que as obras indígenas não sejam susceptíveis de sofrer interferência do design, portanto, sua situação no projeto se define com outros postulados.
O transporte da mercadoria exigiu uma logística bem planejada. As comunidades foram agrupadas, formando cinco roteiros distintos: um para o Nordeste, um segundo para o Sudeste I (RJ, SP), outro para o Sudeste II (MG), o quarto, para o Centro-Oeste (peças indígenas). O quinto roteiro compreendeu a região Sul, importante para o projeto por ser um dos nossos focos de atenção na seleção de peças de artesanato, nesta versão para o ano 2004.

As datas foram acertadas com os artesãos, de modo que a produção pudesse se estender até três dias antes do recolhimento da mercadoria. Plástico-bolha, cilindros de papelão e papel-pardo envolveram as peças nas caixas da transportadora. Os artesãos não tiveram nenhuma responsabilidade na embalagem das peças. Ficou tudo sob a tutela da empresa.

Para o controle de qualidade das peças foi solicitado aos artesãos o envio de exemplares das tiragens a cada 15 dias, de modo a ampliar a cobertura do processo, detectando possíveis problemas.

 

 

A formação de novos profissionais neste tipo de projeto, são artesãos que trabalham informalmente, em economias locais, pouco desenvolvidas e com dificuldades na colocação do produto no mercado – se dá de modo espontâneo e dentro das atividades do dia-a-dia dos membros do grupo. Ao receberem uma grande encomenda, são os parentes, em geral a mulher e os filhos, que são incorporados na atividade manual e passam, naturalmente, a continuar o ofício do artesão.

É comum que eles digam que tudo começou com o pai, ou com o pai do pai. Os novos trabalhadores são os herdeiros de sangue e de labor dos velhos artesãos. A idéia da “associação” é assumida com mais empenho pelas mulheres. A partilha do conhecimento entre elas é mais natural, dividindo com amigas e vizinhas às tarefas artesanais.

Na 4ª etapa deste projeto, finalizamos mais um estágio do trabalho realizado com os artesãos. O processo foi amplamente documentado por nossa equipe que colheu, com entrevistas, registros fotográficos, de áudio e vídeo, as informações que vão abastecer a nossa compreensão sobre uma realidade vivamente admirada.

 

Olhando todo o processo em sua retrospectiva, vemos que se criou uma logística muito complexa no que tratou do cronograma de produção, volume necessário de matéria-prima para as peças, cumprimento de prazos, adequação de medidas e proporções, estoque da produção, entre outros itens. Houve intervenção no processo de criação e de produção, com a discussão de conceitos pictóricos e formais, cuidados necessários para a manipulação e estocagem do material, sempre tendo em vista a inserção das comunidades na cadeia produtiva da sua região, de modo a criar oportunidades de renda e dignidade para os artesãos envolvidos. O encontro entre conhecimento tradicional e contemporâneo promoveu da nossa parte, uma aula de Brasil, enquanto que, do lado dos artesãos, funcionou como um campo de novas experimentações.

Criamos um cadastro que abrange uma vasta relação de artesãos de várias comunidades do Brasil, e que fazem uso dos mais diversos materiais, como cerâmica, madeira, pedra, palha, ferro cabaça, sementes, tear, couro, tecido, renda, em ricas e genuínas manifestações regionais.

FILOSOFIA

A nossa filosofia de trabalho com relação ao artesanato se baseou todo ele sobre um princípio teórico muito claro: buscamos um bem de raiz, com forte tradição histórica e cultural, cuja relevância simbólica fosse mais evidente do que a sua manifestação estética.
Havendo fusão do artesanato com o design, a presença deste deve ser sutil, de modo a não descaracterizar um bem cultural. O produto resultante não significará a imposição de uma cultura sobre outra, mas a troca de conceitos e vivências entre classes sócio-culturais diferentes.

Creditamos a essa filosofia o sucesso da nossa parceria com os artesãos, onde entramos no seu universo com o espírito atento para preservar e resgatar valores culturais, mantidos, não só por gerações de brasileiros, mas também por aqueles que, por adoção ao país, se tornaram um de nós.
O grupo AG viveu uma rica experiência realizando este trabalho junto às comunidades, trocando experiências e vivenciando, no cotidiano, a realidade de comunidades que apesar de poucos recursos financeiros, tem como instrumento, um enorme talento e grande criatividade.

Todas as etapas foram amplamente documentadas por nossa equipe que colheu, com entrevistas, registros fotográficos, de áudio e vídeo, as informações que abastecem a nossa compreensão sobre uma realidade vivamente admirada.

A última etapa foi concluída com a entrega dos produtos em galpão da CEF, para acondicionamento, por outra equipe, em caixas de presente para o cliente final. As peças foram recebidas, contadas, separadas em lotes, de acordo com os 33 temas selecionados. A contagem e verificação das peças foram acompanhadas por pessoa recomendada da CEF. A etapa se encerrou no dia 20 de dezembro de 2004.

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