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Eckhard Schneider

Mariko Mori ocupa uma posição artística ímpar e é considerada uma das principais representantes contemporâneas da arte na interseção entre a tradição e o futuro.

Em entrevista anterior (“Chá com Mariko Mori”, concedida a Kay Ito), ela afirmou: “Enquanto eu viver, sou parte de um ser maior e estou tendo a permissão de sê-lo porque eu ofereço”. Dois raciocínios são interessantes nesse contexto: um é a ideia de fazer parte de uma existência maior, enquanto o outro é a consciência de que, para se receber, primeiramente algo deve ser oferecido.

Esse algo especial que Mariko Mori está interessada em abrir para seu trabalho artístico parece ter sido gerado a partir de conceitos bastante antigos e, especialmente, da percepção espiritual na tradição do Budismo. Porém, em vez de meramente utilizar esse campo espiritual como uma planta arquitetônica para seu plano diretor artístico, Mariko Mori se empenha em obter transformação e transcendência. Em outra entrevista, concedida a Kune Sugiura, ela apontou inequivocamente a rota artística que está buscando ao asseverar que: “Eu não estou interessada em usar coisas antigas, mas melhor do que isto, quero conectá-las com a vida contemporânea por meio da tecnologia que temos agora. Superficialmente, parece alta tecnologia, porém, olhando mais atentamente, percebe-se que a gênese do tradicional importa”.

Penso que o conceito-chave a que Mariko Mori se refere nesse contexto é o de “conectar”. De certa forma, esse é o elemento-chave de sua filosofia artística. “Conectar” significa, acima de tudo, um meio de obter comunicação positiva entre a própria consciência da artista e as de todos os outros indivíduos como parte de uma comunidade (ser) maior, de tal modo a tanto dar quanto receber.

Há dois trabalhos que enfocam esse conceito idealizado de conectar. Um é o espetacular projeto “Wave UFO”, de 1999–2002, ao passo que o outro é “Oneness”, de 2003. Ambos aparecem como destilações de trabalhos anteriores de Mariko Mori, conquanto permaneçam como força-motriz para o futuro.

“Wave UFO” é um trabalho visionário que une ciência, performance, música e arquitetura em um trabalho de arte integrado, com o qual, em 2002-2003 eu tive a sorte de me envolver pessoalmente, como o então Diretor do Kunsthaus Bregenz. O Kunsthaus Bregenz propiciou ao “Wave UFO” sua exposição de estreia junto com “Oneness”. “Wave UFO” é uma forma cultural dinâmica pairando na interseção entre escultura em grande escala e arquitetura bioamorfa. Oferece um panorama futurístico sobre as possibilidades da arte, propiciando a seu público uma experiência multifacetada envolvendo as percepções física, espiritual e estética. Projetado para acomodar três participantes, o interior e o exterior do “Wave UFO”, a forma escultural que remete a uma baleia e a concha interior que se assemelha a formas aquáticas simples, estão inseparavelmente conectados um ao outro, não apenas de um modo físico, mas sobretudo espiritual.

Tanto o componente interno quanto o externo são construções de alta tecnologia produzidas em colaboração com uma companhia italiana que desenvolve protótipos de carros de corrida. Em seu livro “Oneness”, Mariko Mori o descreve da seguinte maneira: “A estrutura é feita de alumínio fundido e a cúpula é feita de carbono muito leve. A concha externa se desmembra em 36 painéis de fibra de vidro que se encaixam uns aos outros com 1 mm de espaço entre si. Nós evitamos linhas visíveis para respeitar a ideia original de forma. Nós pesquisamos um revestimento que mudasse de cor constantemente com a luz.”

Incorporando novas tecnologias, gráficos computadorizados, projeções de vídeo e estruturas de engenharia, Mariko Mori expande a experiência da arte. Os visitantes participam da concepção da artista de mundos interconectados. Ao entrar na cápsula, à qual somente se tem acesso por meio de uma escada, três pessoas podem se reclinar em assentos por 7 minutos. Para Mariko Mori, o número três é um símbolo de unidade, posteriormente transformado em uma visão em que a natureza, os seres humanos e as novas tecnologias estão interconectados. Por intermédio das imagens projetadas na tela localizada na cúpula, agindo como uma espécie de laço de biorretroalimentação interativa que lê as ondas cerebrais dos participantes, Mori remete os “viajantes” a uma jornada para dentro do cosmos espiritual.

 O interior e o exterior, a natureza e os seres humanos, as novas tecnologias e a consciência desenvolvida, um objeto físico e a transcendência, enfim, tudo na Gesamtkunstwerk de Mori está interconectado. Como todas as Gesamtkunstwerke em sua ambiciosa ideia de criar algo ímpar sem quaisquer fronteiras entre a ciência, a vida, a arte e a espiritualidade, Mori está criando um meio de exprimir para o público sua visão de um mundo “melhor” e “mais novo”, no qual o homem parece ter superado todas as barreiras culturais.

Em um e-mail para o Kunsthaus Bregenz sobre “Wave UFO”, ela indubitavelmente ressoou alusões à visão budista do Nirvana afirmando: “‘Wave UFO’ acredita que os humanos são seres coletivos que se unirão e transcenderão as diferenças culturais e as fronteiras nacionais por meio de evolução positiva e criativa.” Essa visão de um mundo esclarecido também se manifesta no trabalho “Oneness”.

Esse trabalho é uma alegoria da conectividade e foi concebido como uma obra introdutória ao “Wave UFO”. É um trabalho de arte figurativa, que mostra seis extraterrestres conectados por se darem as mãos uns aos outros, sendo um predecessor da ideia mais complexa do “Wave UFO”.

Abraçar a figura faz com que seus olhos se acendam e seu batimento cardíaco seja perceptível. O “beijo” traz a máquina à vida, um antigo sonho da humanidade, o qual, por vezes, tem tido conseqüências perigosas, como na famosa história de Frankenstein. Mariko Mori, entretanto, cria seus objetos esculturais como símbolos positivos e visionários para um mundo melhor, em que a existência individual é compreendida, mesmo em contextos culturais desconhecidos, como parte de um ser maior conectado.

Com seu trabalho, Mariko Mori cria imagens inesquecíveis de um universo cibernético, no qual todas as coisas flutuam em harmonia e são conectadas, existindo sem nenhuma fricção. É um romantismo tecnológico que expande os conceitos tradicionais de estética digital, assim como a ideia de uma sociedade globalizada e com informações imaterializadas, encravada na espiritualidade fundamental da promessa de salvação.

Eckhard Schneider: depois de dirigir várias instituições na Alemanha, tornou-se diretor da Kunsthaus Bregenz, Áustria, desde 2000. Em outubro de 2008, foi escolhido como Diretor Geral da PinchukArtCentre de Kyiv, Ucrânia. É uma das figuras mais importantes da cena internacional da arte contemporânea.

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